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pó lanche.

por M.J., em 30.11.15

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acredito que vocês também foram presenteados com esta pequena maravilha:

 

"querida no Senhor - começamos logo aqui mal. querida entendo. senhora também. querida no senhor não quer dizer nada.

Eu sou deputada Graça Johnson do Irã - onde é isso do irã? - me casei com a falecido Dr. Robert Johnson, que trabalhou com o Irã embaixada na Costa do Marfim por nove anos antes de morrer, no ano de 2008 - mais ou menos percebe-se. casou-se pronto, o homem morreu. siga. - Nós fomos casados por onze anos com uma criança. - credo!!!!! casaram-se com uma criança? mas isso não é crime? quer dizer um casado com uma criança, bem há países que até entendo, são lá coisas. agora os dois? que raio de contrato é esse? - Ele morreu após uma breve doença - quem? a criança-marido ou o marido-adulto? -  que durou apenas quatro dias - doença que dura quatro dias: frase a pesquisar no google para tentar perceber qual seja.

 

 

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juro que não entendo

por M.J., em 30.11.15

gente que consegue colocar online mil fotografias para toda a gente ver e em todas elas, repito, TODAS, estar com bico de pato nas trombas.

arre! de certeza que aquilo faz doer as bochechas, bolas!

 

(como diz uma pessoa que conheço: não interessam o que as más línguas - que é como quem diz, eu - dizem. interessa a importância que lhe dás - que é como quem diz: não me dêem nenhuma).

 

amém.

não amem.

amar em demasia à segunda feira faz mal. 

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mas porquê M.J.?

por M.J., em 30.11.15

porque motivo mais parvo continuas a bater no ceguinho de quem passa a vida a falar dos filhos, a escrever dos filhos, a mostrar fotografias dos filhos, a dizer que vive pelos filhos e a elogiar os filhos mesmo quando eles estão a cagar?

 

então mas não é evidente? para equilibrar meus senhores! é um puro acto de equilibrio!

 

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gostava muito de gostar do zambujo

por M.J., em 30.11.15

mas todas as vezes que ouço o homem cantar, tremelicando muitos nas sílabas, não consigo afastar da mente uma cabra a balir.

a sério.

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era só mesmo isto

por M.J., em 30.11.15

desde que me lembro que gosto de animais. tive sempre vários gatos e cães e na minha mania de lhes tocar a todos, fazer-lhes festas, acabei por mais do que uma vez mordida, arranhada e contagiada com os animaizinhos que eles transportavam no lombo (vulgo as ditas pulgas).

uma maravilha.

a questão é que vivi grande parte da vida numa aldeia onde o animaledo anda à solta pelos campos, ladrando e latindo a quem passa. onde têm as suas vidas quase independentes e os gatos ronronam nas nossas pernas mas também fazem longas caminhadas de reconhecimento à vizinhança e deitam-se em cima de muros, ao sol, vendo quem passa.

talvez por isso não se imiscuiu jamais na minha tola:

i) comprar um cão; - para quê minha virgem santíssima dos caniches se há tanto cão por aí espalhado, sem dono?

ii) capar um cão. ou gato; - cão que é cão (e gato que é gato) tem tomates e, sobretudo, lambe-os;

iii) deixar que um cão lambesse, com a mesma língua que lambe os tomates e o resto do material, a minha boca; - sempre que vejo isso tenho vómitos. é a memsa coisa que ver um adulto a dar linguados a um cão. mais um nadinha e entrava na categoria das preferências sexuais de cada um.

iv) ter um cão fechado dentro de um apartamento.

minto quanto a esta última. tive um cão, uma semana, fechado dentro do apartamento. faz dois anos agora no natal. resgatámo-lo de uma jaula, cheio de coisas esquisitas no pelo, com um ano de idade. era de raça, estava vacinado e tinha tomates. mas como ladrava e queria brincar fecharam-no numa jaula, onde ganhou uma espécie de rastas no pelo. cheirava mal como tudo. não ladrava grande coisa lá em casa mas delirava em caminhar por todo o apartamento como se fosse dele. deixava pelo espalhado no sofá, na cama e na cozinha. deixei de conseguir manter a casa limpa. haviam roedelas de cão nos móveis. e pelo, sobretudo pelo.

ah e o cheiro? e o cheiro meus senhores? eu, a maluquinha dos ambientadores, aí espalhados pela casa toda, das velinhas de cheiro, eu de repente tinha a sala a cheirar a cão. uma miséria. enfim, arranjei uma fabulosa família para o cão, que lhe fez um seguro e tudo e nos manda, de vez em quando, fotos dele gordo e a rir - da única maneira que um cão sabe rir.

seja como for percebi que a não ser que seja um cão careca ou sem dentes ou sem patas ou não-cão, ter um desgraçado num apartamento não é lá grande espingarda. quer dizer, nada contra. a não ser evidentemente, se eu for da vizinhança e o desgraçado do animal ladrar a noite toda. digo-vos já: um amigo meu tem um cão que ladra que sa farta. por tudo.primeiro era porque era bebé, depois porque era jovem, agora porque é adulto. depois porque tinha tomates, agora porque não tem tomates. porque passa um carro que ele vê da varanda ou porque um vizinho caminha nas escadas que ele ouve da sala. porque há uma mosca ou uma aranha que ninguém vê. uma consumição. e eu que gosto muito do meu amigo disse-lhe já que era menina de lhe roubar o cão se vivesse ao lado ou em baixo, que é tudo muito bonito mas eu pago casa e tenho direito a viver nela ao invés de sobreviver com gritos de cão.

dito isto, estava apenas a dizer que sim, seja como for, gosto imensamente de cães. gatos. pássaros. que chorei um dia destes desalmadamente por causa de um animal que nem estava a ser maltratado mas que se meteu na cabeça que sim. que abomino circos com animais, produtos que são testados em animais e que um dia tive um discussão numa aula qualquer, ao ponto de ter sido posta na rua pela professora atentos os impropérios que disse, porque alguém repetia como num cd riscado que se eu não queria que fizessem experiências em ratos que desse o meu corpinho ao manifesto.

e apenas para dizer que, ofendam-se ou não, a vida é assim mesmo, mais depressa deixava o cão a viver no apartamento e ia dormir eu na casota, do que andava aí, dia sim dia sim com as roupas cheias de pelo, os sofás a cheirar aquele odor a cão, a cozinha com cheiro a estufado e a cão (podia ser uma nova receita) e a transportar saquinhos de caca para o lixo mais próximo.

mas isso, quer dizer, não é novidade nenhuma: toda a gente sabe que sou uma egoísta de merda.

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M.J. inspira

por M.J., em 30.11.15

e inspirou.

 

a pergunta desta semana tinha bidés à mistura (sim, sim bidés, não vejo qual o problema) e pôs bastante gente (gente da boa) a escrever sobre o tema. 

ele foi a senhora das cartas, a senhora que se encanta, a que se atreve, a que se redime, a que se fatia, a da caixa, a do caixote, a dos cantos dentro de casa, a que também é sobremesa, a que já saiu dos trinta, a toda enervosada, a do estilo, a que dá letras à vida e o idiota chapado!

 

mais alguém se atreve?

 

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sofro de um mal horroroso

por M.J., em 29.11.15

ao qual não consigo fazer frente e que me ataca muitas vezes no observação do mundo:

uma absoluta e incontável vergonha alheia, ao ponto da necessidade de virar o olhar, como se aquela figurinha triste fosse minha.

 

isto foi mesmo agora quando, depois de jantar, bebia chá a ver tv e uma senhora de cinquenta e poucos anos, que podia ser a minha mãe, estupidifica-se a cantar, achando que estava bem, com trejeitos de diva, abanando muito o cabelo, de pernoca aberta, descalça e braço estendido.

se fosse minha mãe juro pelas alminhas que me enterrava viva.

 

não me incomoda tv de merda com assunção dessa mesma merda. já tv de merda com pretensiosismo de coisa boa dá-me volta aos fígados. ou outra coisa qualquer. 

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livro secreto

por M.J., em 29.11.15

ter algumas pessoas a querer participar numa coisa que eu organizo é novidade. nunca fui pessoa de ter grandes capacidades organizatórias (ou divinatórias, mas isso agora não interessa nada).

seja como for, a todos os que já manifestaram vontade de trocar livros (caramba, sois uns queridos) informa-se que:

* a manifestação de interesse deve ser feita por e-mail até ao final desta semana (eagoraseila@sapo.pt).

* basta dizerem no aludido mail qual o livro que querem enviar e se preferem doação ou empréstimo.

 

após isso mandarei um e-mail de resposta a todas as inscrições.

 

tá bem assim?

 

ai oh pá,que máximo!

 

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bom domingo

por M.J., em 29.11.15

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