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banalidades

por M.J., em 26.01.15

dei comigo a sentir o vento na cara e a ouvir os grilos na noite, numa serenata solitária, sem sorrisos e promessas. passaram mil anos desde outras vidas, passaram mil pessoas por mim, e não sei, ainda hoje, quem sou. poderia escrever sobre tempos infindos, dias de luz e sol, lágrimas e lamentos mas as palavras deixam de ter qualquer significado quando não sabemos quem somos porque o que dizemos ou escrevemos é um reflexo de nós mesmos.

podemos, a sério, escutem, podemos ser nada.

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oh vai ver ali:

publicado às 15:29


1 comentário

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De Vasco a 28.01.2015 às 05:44

E no momento da morte temos essa sensação: do nada!

Mas caminhemos por outro sentido. "Conhecermo-nos" não é tarefa fácil. Também não o é para todos. Por exemplo, duvido que algum dos concorrentes do Secret Story consiga realizar este exercício.
Com o tempo vamos construindo e apurando a nossa personalidade.
A escrita, assim em blogue ou num caderno, é de todo engraçada para passados 4 ou 8 anos, como comigo agora está a acontecer, reviver momentos, o que não mudou, aquilo em que não fui correto embora tenha tido a ideia que sim, ...

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