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a M.J. também completa a frase

por M.J., em 23.09.15

sou muito obcecada com favas.

não suporto favas.

eu nunca comi favas.

já me zanguei com a minha mãe quando me tentou obrigar a comer favas.

quando era criança descascava favas.

neste exacto momento estou a sentir o estômago a revolver-se com a ideia das favas.

morro de medo de ocorrer um cataclismo mundial e a única coisa que sobre para eu comer sejam favas.

sempre gostei de gente que compreendia que eu não gostava de favas.

se eu pudesse eliminava as favas do mundo.

adoro entrecosto sem favas. 

fico feliz quando alguém compartilha o meu asco por favas. 

se pudesse voltar no tempo ia ao dia em que fiquei a odiar favas. 

quero viajar para um país onde o cultivo das favas seja proibido

eu preciso de parar de falar em favas.

não gosto de ver cãezinhos vestidos (o quê, pensavam que ia falar em favas?)

 

(obrigada a quem tão gentilmente se lembrou de mim :) )

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publicado às 09:00


86 comentários

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De Varufakis a 23.09.2015 às 09:11

Eu também adoro entrecosto Sem Favas!
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De M.J. a 23.09.2015 às 10:17

as favas só estragam o dito.
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De Varufakis a 23.09.2015 às 10:29

Sempre fui muito mimado, costumava ir a um restaurante onde a dona gostava muito de mim.
Então sempre que o prato dia era favas ela já sabia e trazia sempre o belo dos enchidos e entrecosto a acompanhar com batatas fritas!

O resto da malta não gostava nada de mim, nunca entendi bem porquê!
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De M.J. a 23.09.2015 às 10:37

a malta é invejosa.
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De Dama de espadas a 23.09.2015 às 09:16

Odeio favas!!!!!
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De M.J. a 23.09.2015 às 10:17

exatamente como eu.
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De diana a 23.09.2015 às 09:29

E a música do José Cid?? dessa gostas....
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De M.J. a 23.09.2015 às 10:17

AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

a nostalgia que agora me deu.
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De Violinista a 23.09.2015 às 09:39

São favas contadas.
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De M.J. a 23.09.2015 às 10:17

ahahahahahahahahahahahah

ao pormenor. não entra uma.
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De Me, myself and I a 23.09.2015 às 09:49

Como sempre...deliciosa leitura! Ah...eu também detestava favas mas quando fiquei gravida deu-me uma loucura por favas e fiquei a adorar! (pois...lá estão melas com as conversas sobre mães e coisa e tal!)
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De M.J. a 23.09.2015 às 10:19

a sério que é possível ficarmos a gostar de uma coisa que não gostávamos? olha, se for assim saudável como favas aí está uma das poucas vantagens de ser mãe. se ficar grávida me fizer gostar de legumes não penso duas vezes.

(a minha mãe disse que era por queijo. todo e qualquer tipo de queijo. por ela só comeria queijo. e eu odiei queijo toda uma infância e adolescência.)
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De Me, myself and I a 23.09.2015 às 10:28

Sempre a picar miolo...uma das poucas vantagens de ficar grávida? És terrivelmente terrível! Só espero que não vire moda, tipo "Sr. Dr. a minha filha não come vegetais, o que hei-de fazer?"...ao que responde o Sr. Dr. " Tenho a solução perfeita...basta que ela engravide!" (ahahahah descobri agora a minha faceta de humorista sem piada!)
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De M.J. a 23.09.2015 às 10:37

o problema é que não é uma ciência exacta.
vá, sem nos matarmos, diz-me lá vantagens práticas de estar grávida.
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De Me, myself and I a 23.09.2015 às 11:07

Ok...as vantagens práticas de se estar gravida são: ter fila prioritária em tudo quanto é sitio mas depois....não temos!
Agora num registo mais sério, não podemos falar de vantagens práticas como se estar grávida fosse como escolher um carro ou uma casa!
Eu desejava muito ser mãe, via a idade a passar, tinha saído de um casamento sem filhos (por escolha dele). Vi-me com 34 anos, divorciada, sozinha e com uma vontade enorme de ser mãe! Por isso quando conheci o C. e começamos a namorar ele sabia que ser mãe era a minha prioridade! E não se assustou com essa ideia e "deu-me" um filho maravilhoso e estamos juntos há 10 anos!
Adorei estar grávida, sentir um pequeno ser crescer dentro de mim. Adorei cada quilo que engordei, cada desejo que me dava. Adorava sentir aquele ser mexer, como quando o pai passava a mão pela barriga e falava com ele, ele se mexia! Sim, parece um cliché, mas sempre soube que iria ter um rapaz!
É um misto de emoções, sentia-me poderosa e ao mesmo tempo receosa.
Mesmo as coisas menos boas, como por exemplo a azia constante que me atacava, ou mais tarde, a bexiga sempre cheia, ou os pés a incharem, nada disso tinha importância para mim!
Não sei se soube transmitir esta turbulência de "vantagens práticas" em estar grávida que me assolaram durante 9 meses, mas espero que sim!
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De M.J. a 23.09.2015 às 11:15

não. ou melhor eu é que não as consigo apreender. porque nunca consegui que ninguém me explicasse, ou melhor que eu entendesse, esse desejo de ter um filho. para além das hormonas e dos impulsos biológicos que levam à continuação da espécie e que portanto entram dentro das cabeças das pessoas mascarados de sentimentos, nunca consegui entender o que leva, claramente, alguém a querer ter filhos.
perguntei a um colega, abertamente, com quem tinha confiança para o efeito, o motivo que o levava a querer ser pai, na altura em que a namorada engravidou. o porquê da felicidade dele, tentando alhear-se das claras hormonas. e ele disse-me coisas como "continuação de mim", "sentimento de seguimento", "sentir que há uma razão clara para viver".
isso não chega. quando digo que não entendo é porque não entendo mesmo. eu tenho plena capacidade de amar, de me entregar completamente aos outros. mas olhando para todas as responsabilidades, toda a enormidade que temos de abdicar para ter um filho não entendo, juro que não quais as vantagens do mesmo. porque sejamos sinceros: se não há vantagens porquê ter?
e o pior é que nunca posso falar disto com ninguém que tenha filhos porque olham como um ataque quando não é. juro que não é um ataque. é apenas tentar compreender.
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De Me, myself and I a 23.09.2015 às 11:21

Não o considero um ataque! Respeito as decisões que cada um toma como te explicava no post referente as mães e as crianças!
Podes falar comigo à vontade sobre este assunto.
Quando dizes " olhando para todas as responsabilidades, toda a enormidade que temos de abdicar para ter um filho não entendo, juro que não quais as vantagens do mesmo. porque sejamos sinceros: se não há vantagens porquê ter?" o que achas que terias tu de abdicar se tivesses um filho?
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De M.J. a 23.09.2015 às 14:55

tanta coisa. liberdade sobretudo. nas grandes e pequenas coisas. liberdade de desistir quando me apetecesse. liberdade de deixar para trás. liberdade de recomeçar. liberdade de não fazer o jantar ou dormir o fim de semana todo. liberdade de ir sozinha ao parque ou jantar cereais. liberdade de gastar todo o meu dinheiro em livros e brincos. liberdade de optar por me arrepender de ter posto no mundo aquele ser.
ninguém diz que se arrepende. ninguém o diz mas há quem o sinta. tem de haver. só parece mal dizê-lo. senti-lo.
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De Me, myself and I a 24.09.2015 às 12:03

Sim, a nossa vida muda quando somos mães. Deixamos de ter aquela liberdade de fazer o que nos bem nos apetece, dormir até tarde, de não fazer o jantar ou o almoço, sair onde queremos, chegar a casa à hora que queremos.
(apesar de eu conseguir fazer quase tudo isso pois o meu filho adora ir dormir a casa da avó ou da tia!)
Mas se pensares bem, já hoje, sem filhos, não fazes o que te dá na real veneta.
Tens compromissos, dependes e dependem de ti outras pessoas!
Mesmo analisando friamente a situação, quantas mães não há por esse mundo fora que se arrependem de ter posto ao mundo os seus filhos e os abandonam? Quantas mulheres há por esse mundo fora que nunca tiveram aquele desejo de ser mãe e quando o são redescobrem-se!
Não há uma fórmula matemática cujo resultado seja sempre o mesmo, exato, sem erros!
Nem eu vou conseguir que tu percebas, porque realmente me parece que estás agarrada a esta ideia de que “não entendes”! Eu nunca precisei que ninguém me explicasse o porquê desse desejo de ser mãe. É interior, pessoal.
Para além das “hormonas ou dos impulsos biológicos que levam à continuação da espécie e que portanto entram dentro das cabeças das pessoas mascaradas de sentimentos”, esse argumento não será também válido para explicar o porquê de nos apaixonar-nos por determinada pessoa? As hormonas e os impulsos biológicos que nos levam a procurar um companheiro, pois nós mulheres, tadinhas de nós, precisamos de quem nos defenda. Tiveste a necessidade que alguém te explicasses o que te levou a apaixonar pelo teu noivo? É que esses sentimentos que achas que sentes por ele servem apenas de mascara a impulsos biológicos que sentes!
Todas nós fazemos opções, umas com melhores consequências do que outras, e a opção (quando ela existe) de ter um filho parece-me que está intrinsecamente ligada a um desejo pessoal de conceber um ser com a pessoa que amamos. Sim, como te explicava o teu colega, conceber uma extensão desse amor, ou como gostas de analisar tecnicamente este assunto, conceber uma continuação da espécie!
Cara M.J. quando deixares de querer analisar racionalmente este assunto talvez consigas “entender” o que leva uma mulher a querer ter um filho! Ou então não!
Beijinhos
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De M.J. a 24.09.2015 às 15:19

vamos então concordar em discordar com duas ou três notinhas de resposta:
1.º - decidi namorar por razões de amor, evidentemente, porque já disse várias vezes que tenho capacidades de amar uma pessoa que apareceu na minha vida (e não que eu fiz aparecer) e por questões práticas: i)porque ele existia. ii)porque não gosto de estar sozinha. iii) porque me entendia. iv)porque tinhamos imensos pontos de vista em comum. v)por questões libidinosas que não vêm ao caso. ou seja: eu apaixonei-me por uma pessoa real, concreta, com todos os aspectos que referi atrás. eu não decidi criar, formar, gerar uma pessoa e apaixonar-me por ela. está aqui a grande diferença.

2.º depois, mais uma vez eu não estou a atacar as decisões de ninguém. pedi apenas razões racionais para me explicarem uma decisão. quando não sabemos apontar nenhuma das duas três: ou não existem; ou existem mais não queremos admiti-las; ou ainda existem mas não são explanáveis por palavras.

3. ficando claro que não estou a dizer relativamente a ti ou a qualquer outra pessoa que tenha comentado o texto, parece-me que é pelo facto de as pessoas não pensarem em razões, assumirem como uma decisão que não tem racionalidade e quererem que o amor que sentem por outro se materialize em algo, que vemos gente a parir indiscriminadamente, sem pensar, sem analisar, pondo putos ao mundo como quem põe cães. mas este já é outro assunto.

ainda assim, mais uma vez: entendo perfeitamente o que dizes.
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De Me, myself and I a 24.09.2015 às 15:34

M.J. apresentas os teus argumentos de uma forma sagaz e competente, algo que nunca vou conseguir bater! E em momento nenhum o considerei um ataque.

Há muito que o deixei de esgrimir pontos de vista, primeiro por preguiça mental, depois por achar que quando uma pessoa tem uma ideia pré-concebida dificilmente muda de ideias! Não há argumentos válidos e capazes que fizessem tal! Então perguntava-me porque havia de gastar o meu latim! Aliás, é típico do meu signo, peixes, by the way, não entrar em conflito!

Por isso esta nossa troca de ideias, pode não ter sido proveitosa para ti, mas para mim foi, de certeza absoluta! Fez-me pensar, equacionar argumentos, dar ordem às minhas ideias e coloca-las por escrito!

Beijinhos e espero continuar concordar discordando contigo!
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De M.J. a 24.09.2015 às 15:38

é sempre proveitoso. e eu também penso como tu quanto às ideias pré-concebidas mas, mesmo assim, acho que nada mata um bom debate (dentro dos respeitos todos, claro está).

concordando discordando meu amor.
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De M.J. a 23.09.2015 às 10:19

#istomereceumahastag
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De Pandora a 23.09.2015 às 10:25

#exterminemasfavasmasdeixemochouriço
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De M.J. a 23.09.2015 às 10:37

AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

a melhor.
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De Pandora a 23.09.2015 às 10:52

Estou a ficar pro nas hashtags.
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De M.J. a 23.09.2015 às 11:19

devias criar uma página no instragram que dava ideias de hastags.
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De M.J. a 23.09.2015 às 14:53

#podiasficarica
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De Pandora a 23.09.2015 às 14:57

#ouinternavam-me
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De M.J. a 23.09.2015 às 15:53

#eunãodeixavaetenhoexperiêncianisso.
#usamsetilsemhastags?
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De Pandora a 23.09.2015 às 15:58

#perguntasbem; #eugostoderespeitaraortografia
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De M.J. a 23.09.2015 às 16:00

#fabulosocomoconseguimoscomunicarassimsemficarvesgas.
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De Pandora a 23.09.2015 às 16:09

#falaporti
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De M.J. a 23.09.2015 às 16:16

#pandoradejesusumavidaadesmancharprazeres
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De Pandora a 23.09.2015 às 16:28

#pandorapitosga
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De Maria das Palavras a 23.09.2015 às 10:04

'Tamo juntas!
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De M.J. a 23.09.2015 às 10:20

num gostas de favas? sério?
afinal o mundo compreende-me mais do que eu penso.
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De Maria das Palavras a 23.09.2015 às 10:20

Gosto de favas longe de mim (é que nem o cheiro!)
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De M.J. a 23.09.2015 às 10:36

será que as pessoas que gostam de favas têm algum problema?
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De M.J. a 23.09.2015 às 11:20

AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
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De Cris a 23.09.2015 às 10:06

Ah,ah,ah,ah,ah....delicioso!Nunca me lembraria de responder assim a um questionário deste tipo, mas concordo contigo em tudo!!ODEIO favas!bjs
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De M.J. a 23.09.2015 às 10:20

e também nunca as comeste, como eu?
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De Cris a 23.09.2015 às 14:23

Comi uma vez e estou a ouvir a minha mãe há 30anos a falar no assunto...tipo:"Como não gostas??mas daquela vez comes-te e soube-te bem..." Credo ainda as odeio mais!;)
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De M.J. a 23.09.2015 às 14:53

AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA.
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De marta a 23.09.2015 às 10:25

Não percebo porque é que dizes ser obcecada por favas.

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De M.J. a 23.09.2015 às 10:36

ahahahahahahahahah
é que nem eu.
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De Língua Afiada a 23.09.2015 às 10:28

Sem dúvida a resposta mais engraçada até agora :)
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De M.J. a 23.09.2015 às 10:37

mas isto não é humor. é um problema sério na minha vida :P
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De Língua Afiada a 23.09.2015 às 10:41

Sorte a tua tens um problema engraçado :)
Eu não suporto pequenas injustiças, estás a imaginar a minha vida, passo metade dos dias indignada com alguma coisa...
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De M.J. a 23.09.2015 às 10:45

ah eu deixei-me disso. desde que as pequenas injustiças não me batam à porta têm de ser coisas muito flagrantes para me incomodarem.
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De Língua Afiada a 23.09.2015 às 10:49

A mim são mesmo as pequenas coisas, os pequenos detalhes, inconsistências nas pessoas, dois pesos, duas medidas, falta de coerência, exploração, aproveitamento...
As grandes injustiças procuro abster-me delas ou teria de virar hippie e anarquista.
Mas tenho um fascínio por teorias de conspiração...
Em relação às favas posso bem com elas já as ervilhas...
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De M.J. a 23.09.2015 às 11:20

"A mim são mesmo as pequenas coisas, os pequenos detalhes, inconsistências nas pessoas, dois pesos, duas medidas, falta de coerência, exploração, aproveitamento..."

lá está: apenas me incomodam (ou tento que assim seja) quando bate à minha porta (porta que inclui família e amigos).

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