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ainda não falamos disso

por M.J., em 21.06.17

há alguém por aí que ache que a queriducha judite de sousa, com o seu ar mortuário de quem se despede da vida como um abutre em frente a um cadáver, cumpriu nada mais nada menos do que a sua função de informar?

 

queria tanto que falássemos sobre isso numa irmandade fraternal. 

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publicado às 12:01


12 comentários

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De Outra a 21.06.2017 às 12:11

Eu acho que as pessoas são o cúmulo da hipocrisia.Para ela quis respeito e privacidade num momento de dor. Para os outro s'a foda, não é?
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De Teresa Almeida a 21.06.2017 às 12:33

Por todos os motivos e mais algum, não vejo, sempre que possível, as «notícias» e reportagens de desgraças. Da tal que a Juditinha fez, soube por si e pelo FB, deu-me náuseas...
Há muitos anos, pouco depois de as tvs privadas aparecerem, houve um incêndio no Porto, numa barraca onde três crianças perderam a vida, enquanto a Mãe tinha ido assinar um contrato à câmara para lhe «darem» uma casa (irónico, não é?).
Pois uma pseudo-jornalista de uma dessas tvs, assim que viu a desgraçada da Mãe chegar, ainda sem perceber o que tinha ali acontecido, perguntou-lhe: «Então, os seus três filhos morreram, você tem pena?»
Se eu pudesse, tinha-lhe partido as trombas. Fez o mesmo quando foi do acidente no aqua parque, com perguntas do mesmo tipo aos pais das crianças.

O estilo mantém-se, vinte e tal anos depois. Já fizeram doutoramento e tudo...
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De Joana B a 21.06.2017 às 12:41

Ela não pode estar bem mentalmente, as audiências não justificam tudo e depois o facto de não comentar nem pedir desculpa e a tvi ainda vir dizer que não aceita lições de ninguém, deixa-me incrédula.
E ainda há os que a defendem ao dizer que ela se calhar tinha ordens superiores, foda-se, ela é directora e supostamente já tem um estatuto em que pode fazer o que quiser, ela fez aquilo porque quis
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De Quarentona a 21.06.2017 às 12:41

Eu continuo a achar que ela anda sob o efeito de sedativos desde a morte do filho, sem qualquer tipo de discernimento...
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De Fatia Mor a 21.06.2017 às 14:47

Também eu!
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De Teresa Almeida a 23.06.2017 às 14:51

Por querer saber sempre o que andava a fazer, recusei sedativos na mesma situação.Aceitei, uns tempos depois, um calmante levíssimo, para me ajudar a dormir...
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De Anónimo a 21.06.2017 às 14:39

Vou contar o que se passou comigo (uma dimensão pequenina, pequenina, nada que se compare a esta desgraça).
Quando o meu pai faleceu eu não o vi no local. Tempos mais parte tive de ser inquirida devido a uma pequena investigação, durante a qual o investigador me perguntou se poderia ver uma foto do local. Assenti, mas disse que não queria ver o corpo. O investigador tapou essa parte.
Ainda hoje essa imagem me incomoda a mente. Preferia ter dito não.

As televisões(inhas) e os jorna(leiritos) deviam estar proibidos de transmitir imagens de cadáveres (tapados ou não). A instituição família merece esse respeito.

Isa
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De Alexandra a 21.06.2017 às 15:17

A mulher não anda bem, é uma doente psiquiátrica que não devia estar à frente de câmaras, mas ela sempre foi assim, não é de agora. Agora, poderia ter mudado e estar mais atenta ao sofrimento dos outros, uma vez que o sentiu na pele, mas compaixão é uma "cena que não lhe assiste". Aquilo que ela fez não foi informar, foi simplesmente desrespeitar, antes de mais, a PESSOA que ali estava, depois a família dessa pessoa e todas as pessoas que perderam alguém naquele ou noutro incêndio.
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De Azulmar a 21.06.2017 às 15:57

Aquilo não é informação, é sensacionalismo, voyeurismo. É abjecto. É, no mínimo (mesmo no mínimo), falta de bom senso que uma sub-diretora de informação deveria ter.
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De Filipa a 21.06.2017 às 17:01

Não sei como qualificar a senhora nem toda a fantochada que tem sido os noticiários todos os dias. É certo que o ser humano tem uma apetência natural para ver desgraças, mas caramba o que nos distingue das outras espécies è o auto-controlo, não é porque há quem queira ver o sangue a correr que se pode ou deve mostrar.
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De Cristina a 21.06.2017 às 17:27

A Judite não está bem, perdeu o discernimento e o bom senso.
Um/a doente "psiquiatrico/a" não tem, necessariamente, de ter perdido o discernimento e/ou o bom senso.
Quem "não aceita lições de moral" é o Sérgio Figueiredo, um arrogante que acha que é gente.
A reportagem em causa é, a todos os títulos, lamentável.
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De helena a 21.06.2017 às 19:43

Esteve mal a Judite e toda a comunicação social ao mostrar vezes e vezes sem conta aqueles carros calcinados.Se para nós, que não tínhamos lá ninguém, arrepia podemos imaginar o que sentem as famílias e os amigos das vitimas a ver o estado dos carros, imaginamos o resto. Informar não é aquilo.

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