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que adivinho os teus olhos como azuis de mar, quase translúcidos de brilho.

que sei das tuas mãos esguias, os dedos a tocar uns nos outros, finos, de antecipação das horas seguintes.

da voz suave em gargalhadas pálidas a contrastar com o cabelo em fogo.

do choro que te sai do peito, em dias que nem recordas o nome, porque sentes maior e mais alto.

 

e ler-te-ia, com uma voz áspera, um sotaque cerrado, palavras seguidas, ininterruptas de tudo o que te quero dizer e não consigo. 

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publicado às 13:10