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banalidades

por M.J., em 03.01.15

a vizinha debaixo começou aos gritos, da janela dela, sem sequer ter a coragem de me vur olhar nas trombas porque mandei fora do vazo das orquideas o resto das folhas da árvore em frente. há centenas de folhas no chão mas são exactamente aquelas que a incomodam. desejei-lhe bom ano e atirei para o chão, restos de uma planta que ia por no lixo.

sou uma má pessoa.

fomos à praia. há dezenas de pessoas a passear no paredão e apanhar sol. não está frio e o mundo azul parece oferecer-nos toda uma possibilidade de esperança.

tenho de pensar no que fazer às dezenas de caixas de bonbons que sobram do natal e já ninguém quer, enjoado com tanto chocolate.

vou fazer uma lista de vinte e cinco livros que preciso de ler, para não perder as palavras que às vezes me fogem, mesmo que eu não queira.

e assim como assim vou pôr a musica em altos berros e dançar pela casa enquanto esvazio a mente das nuvens que não existem no céu.

 

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publicado às 13:56


1 comentário

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De Fernanda a 03.01.2015 às 14:49

«e assim como assim vou pôr a musica em altos berros e dançar pela casa enquanto esvazio a mente das nuvens que não existem no céu.»
Olha a vizinha, ainda te vai bater à porta com a colher de pau em riste.
Vizinhos, raça mais ordinária!

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