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conheço duas pessoas

por M.J., em 23.01.17

DUAS meus senhores, duas pessoas do sexo masculino que já têm bilhetes para a ante-estreia do filme onde a fulana apanha porradinha nas fuças como gente grande.

repito: 

* duas pessoas (tendo em conta as minhas capacidades de socialização duas pessoas é quase uma multidão);

* do sexo masculino (para fazer as vontades às respectivas)

* com bilhetes para a ante-estreia (que é mais caro e tudo e não aceita descontos de cartões e afins).

 

há aqui qualquer coisa que me está a falhar:

serão as maminhas da menina (que poderiam passar pelas de uma adolescente precoce), os abdominais do menino ou a possibilidade de repetirem em casa o que veem no escurinho do cinema?

 

mas que consumição. 

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publicado às 15:30


8 comentários

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De Filipa a 23.01.2017 às 18:01

Tristemente é possível que a ultima hipótese entusiasme muito "boa" gente por aí.
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De M.J. a 24.01.2017 às 11:39

Não diria tristemente... Quer dizer, isto cada um...
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De Filipa a 24.01.2017 às 14:55

Pondo a violência doméstica aparte (neste caso concreto porque acho que não é disso que se trata no filme), procurar na dor uma forma de ter prazer acho uma coisa triste, muito muito triste...
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De Sarah a 23.01.2017 às 18:14

Sobre esta temática, apenas digo isto:

-Se o rapaz se chamasse Ruben Paulo, fosse mecânico, tivesse um saxo cup e um t2 na abrunheira, ah e tal, era violência doméstica!
Mas nãaaaaaao, se tem um helicóptero e é multi-milionário já pode dar tau tau na menina.

Dois pesos e duas meninas....o que me enerva
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De M.J. a 24.01.2017 às 11:40

Exatamente o que eu digo também. Com a diferença que eu mudo o nome para Zé Tó.
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De Cristina a 23.01.2017 às 19:44

última hipótese.
se não se sabe o que é o erotismo, por que não começar pelo bondage?
pode-se sempre ficar por aí.
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De M.J. a 24.01.2017 às 11:43

O problema daquilo não é a porradinha. É a falácia em que assenta. É a ideia mascarada de que o Príncipe encantado existe, é podre de rico, persegue meninas sem atributos nenhuns, transforma-se em dono do corpo delas e isso é tudo muito romântico.
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De Cristina a 24.01.2017 às 23:15

MJ, a "Lagoa Azul" também versava sobre a inocência e o amor em estado puro e andarmos todos nus e felizes numa ilha deserta e tal e tal.
são filmes.

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