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digam o que disserem, esperneiem o que espernearem, há em certas relações (de amor, de amizade, de pai-filho, de gato-dono, etc e tal) um dos elementos que ama o outro mais do que o outro o ama a si.

é visível, ainda que se possa questionar o que é o amor e o pessoal se abespinhe, jurando a pés juntos que não, que se ama à maneira de cada um e a coisa é ao ritmo de cada qual.

pode ser.

mas acontece também que, em grande parte dos casos, uma das partes dedica mais, aposta mais, sonha mais, sacrifica mais, sente mais falta, sente mais vontade, precisa mais da outra, ama mais a outra do que a outra a si. 

 

só não sei qual das duas fica a perder: o que sente mais do que sentem por si ou o que não consegue sentir pelo outro aquilo que ele lhe devota.

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oh vai ver ali:

publicado às 10:29


7 comentários

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De Silent Man a 13.01.2017 às 12:05

Concordo tanto...

E arrisco-me a dizer que, enquanto as coisas estão bem, quem fica a ganhar é quem ama mais porque o pouco que recebe é mais que suficiente, enquanto que quando as coisas estão mal quem fica a ganhar é quem ama menos porque sofre menos do que o que ama mais.

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