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momento parvinho do dia.

por M.J., em 14.01.16

creio que pouparíamos muito tempo, muita angústia, muito desespero, muito sentido de inutilidade, muita lágrima se parássemos de procurar sentidos, motivos, porquês e respostas à eterna questão do "quem sou eu", "o que faço", "de onde venho", "para onde vou".

se nos assumíssemos como pequenas coincidências, peças minúsculas de um universo e déssemos conta que não somos parte de um grande plano, não somos importantes ao ponto de escreverem o que faremos e que não, não estamos destinados a grandes ou a pequenos feitos.

e se, depois de apreendermos isto, decidíssemos aproveitar as banalidades dos dias e a possibilidade de respirarmos.

 

ficaríamos, disso não tenho dúvida, bastante mais satisfeitos com a vida.

mesmo que esta merda, esta patacoada de palavras que para aqui tenho, pudesse ter sido escrita pelo gustavo santos, esse guru da felicidade.

as coisas são como são. 

 

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publicado às 14:00