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o nosso ainda presidente

por M.J., em 25.01.16

demonstrou hoje que nem sempre a idade é digna de respeito.

às vezes é só digna de dois palmos de terra e cinco de esterco por cima.

 

alguém entender que o amor desinteressado, venha ele de duas pilas, duas vaginas, ou de um misto é pior do que o favor da caridade da institucionalização é coisa que demonstra a ausência do entendimento desse mesmo amor.

é certo que nem todos estamos aptos a compreender os meandros da doação, do afecto, do que é o amor em si mesmo.

mas é uma valente bosta que sejam precisamente os inaptos dessa capacidade de sentir, apenas porque podem e fazer birra é bem, a mandar no que sentem os outros.

ou pelo menos a tentar mandar. 

 

até amanhã.

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publicado às 17:29


6 comentários

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De me a 25.01.2016 às 20:48

Esse montanheiro de... enfim.
Pulha de primeira, já vai tarde.
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De M.J. a 27.01.2016 às 14:39

acho que ainda é crime uma pessoa dizer assim coisas contra ele.
e como ele deve ter muito tempo livre é melhor prevenir.
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De Cristina a 25.01.2016 às 22:55

Um cobarde como os cobardes que aqui há quase 15 anos colocaram a despenalização do aborto num referendo. Há coisas em que o povo já falou, haja coluna vertebral para decidir.
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De M.J. a 27.01.2016 às 14:39

mas há quinze anos o povo não se decidiu pela não despenalização?
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De ISIS a 27.01.2016 às 17:29

A propósito deste assunto vi este sábado passado a entrevista ao Luis Borges no Alta Definição e, se convencida estava que o facto de ser dois homens / duas mulheres a adoptar em nada modificaria a vida de uma criança (excepto em torná-la melhor) mais convencida fiquei! É de louvar quem acarinha e proporciona uma vida, educação e amor a quem não é do seu sangue apenas porque sim...
Infelizmente, neste canto à beira-mar plantado continuamos a ter uma mente tacanha e pequenina que acha preferível colocar as crianças em instituições de onde (grande parte) nunca sairão e nunca saberão o que é ter amor, carinho e educação do que proporcionar-lhes uma vida melhor apenas e só porque não é um casal "normal" (seja lá isso o que for) a dar-lhes esta vida... gente triste!
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De Cristina a 27.01.2016 às 17:37

MJ, não tinha de ser consultado, o povo; era mais que tempo de legislar, ponto. Trata-se de coragem política, duas palavras que parece não terem correspondência real no panorama português. Ainda hoje agora. ☺

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