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ora a ver se alguém me esclarece

por M.J., em 22.03.15

que é pior:

quem discute perante a contrariedade triste, numa defesa acesa, com argumentos sérios mais ou menos estridentes, num nervosismo que mais cedo ou mais tarde se transforma em gritaria mas que acaba por passar, mesmo tendo dito palavras fortes que magoam. e que no fim está tudo bem, nada aconteceu; ou

quem ouve, cala, engole, rumina, pensa, sai da discussão, não entra sequer em discussão, guarda com quase carinho a contrariedade, a mágoa, lançando depois, de forma casual, em armas afiadas, dias, meses, anos mais tarde a farpa que ali está, ali ficou? sem nunca levantar a voz, sem nunca dizer palavras agudas de insulto?

 

 

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publicado às 23:11


3 comentários

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De Mulher, Filha e Mãe a 23.03.2015 às 10:46

No meu ponto de vista, quem independentemente das situações/forma de ser que descreves, se sente bem consigo mesmo.
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De M.J. a 24.03.2015 às 12:51

mas não devíamos pensar primeiro na relação?
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De Mulher, Filha e Mãe a 24.03.2015 às 16:34

No meu ponto de vista somos nós que fazemos com que a relação exista. Logo, se olharmos primeiro para nós e tivermos em conta os nossos limites, preferências, forma de ser com todos os seus defeitos e virtudes, estamos a olhar para ela concomitantemente. :)

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