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não dando conta que o comum, o banal, o mais pequeno da vida sempre me deu o conforto que me permitia sonhar com o diferente.

há flores roxas no caminho, maracujás e chá quente de limão. pão de milho com marmelada e laranjas caídas, ainda sumarentas, a servir de bolas nos pés pequenos de quem leva nos ombros toda a certeza de felicidade da vida.

- tenho para mim que vais ser tão feliz minha filha...

 

e vou. podes crer que vou!

 

para começar vou plantar a "glória da manhã" num vaso da varanda.

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publicado às 14:00


13 comentários

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De Gaffe a 26.11.2015 às 14:01

É um belíssimo começo.
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De M.J. a 26.11.2015 às 17:02

é, não é?
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De marta a 26.11.2015 às 14:55

é isso, o conforto do comum e do simples que nunca deve ser confundido com o vulgar.
É esse o caminho!
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De M.J. a 26.11.2015 às 17:03

que eu tento seguir :)
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De Maria Araújo a 26.11.2015 às 16:10


Palavras de quem viveu muito.
Vai ser feliz, sim.

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De M.J. a 26.11.2015 às 17:10

queria tanto acreditar nisso...
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De Psicogata a 26.11.2015 às 18:01

A felicidade reside nas pequenas coisas, quem tem consciência disso tem tudo para ser feliz e fazer coisas extraordinárias.
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De M.J. a 27.11.2015 às 11:26

às vezes ter só consciência não chega,
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De Psicogata a 27.11.2015 às 11:32

Pois não, mas a sabedoria popular diz - Olha para o o que eu digo (escrevo) e não para o que eu faço.
Logo eu que sou insatisfeita com a vida.
Às vezes gostava de almejar e sonhar menos.
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De Cristina a 27.11.2015 às 00:36

Decisões. Há que tomar. Das boas, siga. :-)
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De M.J. a 27.11.2015 às 11:26

sigamos.

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