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sem título

por M.J., em 28.11.16

morreram as flores nos olhos.

não há um ponto de alegria nas rugas do canto.

arrasta-se pelos caminhos. a voz envelheceu, as mãos envelheceram, a vida envelheceu, quase morta.

tem saudades tuas.

tudo nela luta para permanecer mas sente, diariamente, uma imensa falta dos teus passos. 

 

se a vês tens obrigação de lhe reavivar as flores do olhar e abrir estradas limpas nos caminhos que percorre pela tua ausência.

por ela avô, não a mates de saudades. 

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publicado às 11:30



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