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depois de parirem...

 

são as mesmas que colam coisas destas na entrada e as espalham nas redes sociais.

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parece-me coerente.

 

(é a mesma coisa que eu, com este feitiozinho da merda, me sentir triste por ser pouco sociável).

publicado às 09:36


22 comentários

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De Fatia Mor a 22.03.2016 às 09:42

Não és nada pouco sociável... e isto são coisas do senso comum que algumas pessoas se esquecem. Acredita!!
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De M.J. a 22.03.2016 às 13:32

senso comum ou não acho que não é bonito exigires uma carrada de coisas ao mesmo tempo que gostarias muito que te apoiassem e te fizessem companhia.
podes exigir isso dos mais próximos. exigir de todos é pedir para ficares sozinha.
(quando digo tu é uma força de expressão).
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De Fatia Mor a 22.03.2016 às 14:31

Não levo pessoalmente, não te preocupes. Já te respondi lá no meu antro de maternidade perfeita :P

Olha, acho que são coisas diferentes e estás a enfiar tudo no mesmo saco. Apoiar é isso mesmo: apoiar na carrada de paneleirices parvas que os pais - seres por demais inseguros - pedem nos primeiros tempos.
Isso depois passa... E quando passar, ficam os verdadeiros amigos. Aqueles que aturaram essas merdas todas e mais algumas que tivemos receio pelos nossos filhos.
Eu não sou preocupada. Mas chegava a pôr a mão na barriga das miúdas para ver se respiravam! É de endoidecer pensar que temos aquele ser mínimo, indefeso a nosso cuidado e que tudo lhes pode acontecer: até morrer ao nosso cuidado (sei que isto é um tabu, mas é a fobia à morte que motiva as maiores loucuras).

A necessidade de companhia muitas vezes, vem depois! Quando já tudo está ajustado e começamos a querer voltar a sermos nós próprios, mas há quem não queira jantares com crianças, não queira fazer horários diurnos ou ir ao cinema ver filmes de animação. E sabes que mais? Têm razão. Não têm que querer condicionar-se pelos nossos filhos. E é natural que o tipo de amizades se modifiquem e evoluam, porque infelizmente esta história de sermos pais prende-nos por demasiado tempo.
O que fazemos é despachar as crianças para os avós (sagrados quando os há!) e ir viver a vida do antigamente. E sabe tão bem...

Bom, agora sou eu que não sei se me fiz entender.
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De M.J. a 22.03.2016 às 14:42

fizeste sim senhor. eu é que não sou grande coisa como pessoa e sinceramente não estou minimamente para aturar as paneleirices daqueles que não me são mesmo muito próximos. há no mundo três ou quatro pessoas que suportaria isso. que suportaria essas exigências e essas coisinhas. mais ninguém. talvez por isso seja uma pessoa tão solitária, na maior das vezes e tão bicho do mato, como diz a mamã. mas é como sou e nem me tenho saído assim tão mal.
a minha paciência é por demais limitada e desaparece quando assumo as coisas como merdices, piquinhices e coisinhas sem nexo. se estou correta? evidentemente que não e provavelmente vou sofrer por isso mais tarde. mas é como consigo ser neste momento.
a imagem em si foi visto no mural de uma conhecida que foi mãe. que publicou isto e ainda fez questão de ressalvar tudo nos comentários. e eu, sinceramente, que até tinha comprado uma merdice para ela e fazia questão de lhe entregar na páscoa, por assumir que o tal primeiro mês é complicado e as mães devem gostar de se sentir mimadas, perdi a vontade de lá ir. não é minha amiga, não é uma das quatro pessoas do mundo por que suportava as tais paneleirices e provavelmente não vai sentir a minha falta. mas a verdade é que nem toda a gente tem na vida quatro pessoas dispostas a suportar-lhe as paneleirices.
mais vale, digo eu, assumir perante os mais chegados o que se pretende, do que exigir, com arrogância, estas coisas que não ajudam ninguém a ter a ajuda e a compreensão que se quer.
se há regras para visitar alguém (para além das do bom senso) não faço questão de visitar esse alguém.
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De Fatia Mor a 22.03.2016 às 14:51

Acho que te estás a diminuir enquanto pessoa quando dizes "eu é que não sou grande coisa como pessoa".
Do pouco que leio reconheço-te grandes qualidades e não preciso de te dizer isso para te engraxar. Primeiro porque na realidade não te conheço e obviamente a minha interpretação do teu discurso escrito pouco interesse tem; segundo porque não ganho nada com isso. Mas acho-te uma pessoa franca, directa e capaz de ver o mundo de forma analítica.

A verdade é que aturar coisas destas, quando elevadas ao seu expoente máximo, é ainda pior depois de teres filhos. É como um ex-fumador aturar o fumo dos outros. Ganha-se alguma intolerância. Acredita que eu também tenho que ter alguma paciência, às vezes, para malta que antes de ter filhos me criticou largamente por não ter querido visitas no hospital.
(desculpem lá não querer que me vejam de mamas à mostra o tempo todo para secar as feridas causadas pela amamentação).
Essas mesmas pessoas, depois, piraram! Nem os avós podiam chegar-se aos miúdos. Bom, já me perdi...
A ideia é que os pais também têm que ser tolerantes com os outros e assumir que às vezes estamos, simplesmente, a exagerar.
E acredito que coisas destas sejam apenas dissuasoras de comportamentos loucos. Há quem chegue e desate a beijar as criancinhas, com dois dias de nascidas, e deixa-las cravadas em marcas de batom. Haja paciência para isso também, não?
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De A Caracol a 22.03.2016 às 09:55

Nunca tinha pensado nisso... Mas é bem verdade. Quando um casal amigo teve o primeiro filho, na primeira visita e antes de pegar no bebé, disse que ia lavar as mãos. Foi-me indicado um frasco com gel desinfetante que estava ao pé da alcofa.
Não voltei a pegar no miúdo até ter meio ano.
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De M.J. a 22.03.2016 às 13:31

assim ficou salvaguardada a saúde da criança.
e a tua.
sobretudo a tua :)
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De Olívia a 22.03.2016 às 10:15

E tens razão... existem pessoas que bloqueiam do cérebro depois de terem um filho... esta que aqui tenho ao colo, enquanto escrevo isto, anda comigo desde que tinha um mês, está numa loja onde entram todo o tipo de pessoas... olha e ainda não adoeceu.
Isso são tudo pinderiquices...
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De M.J. a 22.03.2016 às 13:30

diria que a maioria das coisas são paneleirices. :) (prefiro a pinderiquices).
não tenho nada contra relativamente a quem as exige. mas tenho a opção de voltar ou não a querer saber de quem as exige.
o que não se pode é depois queixar-se de estar sozinho quando se exige cinquenta e duas mil coisas para que se faça companhia.
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De Silent Man a 22.03.2016 às 11:37

Vou contar aqui a minha história.
Fui pai num sábado de manhã, logo às 9:30 da manhã, pelo que a meio da tarde, já podiam haver visitas. Então, foi um corropio de gente a chegar. Normalmente, as pessoas eram educadas o suficiente para não estarem lá a fazer visitas de horas e, ao fim de meia hora, 45 minutos, estavam a ir à vida dela. E não houve cá stresses por quererem pegar no bebé. Só tinham que lavar/desinfectar as mãos e a malta deixava o bebé andar de colo em colo. A menos que fosse hora da refeição. Aí, corríamos de forma mais ou menos educada com TODA A GENTE (avós e tios incluídos) do quarto, para podermos alimentar-nos e à criança convenientemente.
Logo por azar, houve um Benfica-Porto nesse fim de semana. E no quarto tínhamos SportTv. O que é que aconteceu? Os meus pais e os meus sogros alaparam-se lá a ver o jogo. E vimos todos o jogo em família sem problemas. Mas depois do jogo o meu sogro queria era conversa. O que é que aconteceu? Mais uma vez corremos com eles. E fomos (fui) brutos mesmo! "Pessoal, tá a sair do quarto. Já não é cedo e queremos descansar, por isso vão conversar para outro lado." Dez minutos depois de eles saírem e com um dia de visitas ainda pela frente, acordámos os dois que tínhamos que ser mais firmes. No dia a seguir, tínhamos novamente lá os avós, excitadíssimos. Mandámo-los para a sala das visitas três vezes. Uma por causa do barulho (o quarto estava cheio), outra por causa da hora da alimentação e a terceira porque foi lá o médico para fazer merda e deixar a minha mulher a chorar (outra história). Às 18h, estávamos sozinhos no quarto. Foi um dia santo.

Basicamente, com esta história estou a dizer que é tudo uma questão de bom senso e, quando ele falha, temos que ser firmes. Tu e o teu homem. E não deves contar com bom senso por parte dos pais e sogros... Nem com irmãos e BFF's. Esses são aqueles com quem tens de ser mais firme, porque esses são aqueles que se sentem mais habilitados a bitaites e a horários maquiavélicos indesejados!

Para mais dúvidas e questões adicionais, podes sempre mandar-me um emílio.
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De M.J. a 22.03.2016 às 13:29

para isso era preciso que eu tivesse o endereço do emílio :D

(gostei).
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De Mafalda a 22.03.2016 às 11:52

Ahahah
Tens razão!
A minha prima com pouquinhas semanas foi visitar - me a casa antes de a pegar ao colo disseram:
- Lava as mãos por favor
Ao que eu respondi:
- Não lavo
Peguei - lhe ao colo e ainda hoje a pequena está viva, não fez mal nenhum.
Beijinhos
Mia

http://agridoceblog.blogs.sapo.pt
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De M.J. a 22.03.2016 às 13:28

por mim entendo que me informem do que que preferem que eu faça ou não relativamente aos seus filhos.
e respeito tudo.
mas não prometo que lá volte se me parecer desmesurado ou absurdo.
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De Just_Smile a 22.03.2016 às 13:27

Vistas bem as coisas eu não gosto nada que me façam todas essas coisas que não se devem fazer com os bebés... serei antissocial?...
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De M.J. a 22.03.2016 às 13:27

não percebi.
não gostas que as pessoas que te visitam usem perfume?
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De Just_Smile a 22.03.2016 às 13:41

Ah essa não me incomoda, não lhes sinto o cheiro e não :P
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De M.J. a 22.03.2016 às 14:45

e exiges sempre higiene reforçada quando te visitam?
do género, desinfectarem-se todos de cima a baixo numa pia de álcool etílico?

:D
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De Just_Smile a 22.03.2016 às 15:14

Não, mas é bom que tenham um banho tomado, dá sempre outro aspecto :P
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De Neurótika Webb a 22.03.2016 às 13:40

E com isto, ando a meter as visitas em dia, e estava com saudades.
Só tenho um comentário a isto: e afogar a crinacinha, não?
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De M.J. a 22.03.2016 às 14:45

diz que não, que a mãe não deixa :D
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De Neurótika Webb a 22.03.2016 às 16:02

ou pode comprar-se uma daquelas jaulas para transportar os animais...assim ninguém lhes toca de certeza!
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De Carla Godinho a 22.03.2016 às 19:08

Eu tenho duas, como acho que já disse uma vez, e nunca entendi estas paneleirices... Eu quando vou visitar alguém quero pegar no puto, porque raio não havia de deixar pegar nas minhas?
Quando nasceram só deixei ir ao hospital os avós e no máximo 2h. Uma pessoa quer é descansar que aquilo é coisa que cansa. E depois há enfermeiras a ver isto e aquilo, dar mama á criança, etc... E já me chega estar ali num estado que Deus me livre, que me recuso a estar nesse estado diante de inúmeras testemunhas.
Em casa é mais descontraído, só não deixo que fumem dentro de casa mas isso nunca deixo... Mesmo antes de ter crianças

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