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banalidades

por M.J., em 04.02.20

acabou-se-me o café.

foi assim uma coisa: cheguei de manhã, meia aparvalhada pelo acordar do miúdo quando ainda estou a meio do sono, e quando vou ver... pumbas, nada de café, acabou-se, ninguém comprou, oh meu deus.

o problema do café, na minha vida, é suis generis. não aprecio nadinha mas preciso. é o contrário do chocolate: gosto muitíssimo e não preciso.

contradições da vida.

 

sem café a manhã tem corrido lenta, lentinha, lentissima.

o que é mau dada a quantidade de trabalho que surgiu ontem (não perguntem, não consigo controlar o fluxo de trabalho e há dias que me apetece colocar-me em posição fetal e chorar) e o pouco tempo para fazer tudo.

claro que se a criança adoecer e ficar em casa mais vale fugir já.

é que ninguém, mas ninguém meus senhores, o atura. não para quieto meio segundo. tudo é motivo de descoberta:

uma garrafa? ah...., deixa mexer.

uma planta? ah.... deixa mexer.

um caixote do lixo? ah.... deixa mexer.

mil brinquedos que servem para mexer? ah... não quero!

bhá, três mil vezes bhá.

 

e ainda assim, esta descoberta do mundo aos seus olhos encanta-me, orgulha-me, transforma-me.

não serei jamais quem era. 

estes posts sem pés nem cabeça são a prova disso mesmo. 

 

pronto.

vou trabalhar. 

sem café.

alguém quer partilhar um comigo?

publicado às 11:43


5 comentários

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De Rute Borges a 05.02.2020 às 10:20

Sem café recuso-me a trabalhar!

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e agora dá aqui uma olhada