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entretanto tive uma nova resposta no âmbito daquilo que prossigo profissionalmente.

foi uma resposta boa, excelente até (apesar de até à sua formalização não poder dizer que já exista) e que me fez lembrar que a dedicação, o empenho, o espírito de sacrifício e o investimento académico ainda podem ser valorizados, se os canalizarmos em função do que queremos.

ou melhor, no meu caso em função do que não queria.

 

há dois anos atrás estava completamente perdida a nível profissional.

e de todas as possibilidades que se abriam, a minha dúvida era sempre a mesma: o que é que eu quero? onde me vou sentir bem? onde poderei investir o conhecimento académico e experiência profissional?

e a resposta era, como o título deste blog, sempre a mesma: sei lá!

 

não sabia.

mas sabia exactamente o que não queria.

a que condições não me queria submeter.

o que não queria fazer.

onde não queria investir o meu tempo (percebi, com o passar dos anos, que é o bem mais valioso que temos, mas isso é para outro post).

e foi através do não querer, das luzes acesas na minha cabeça que me gritavam para onde não ir, que cheguei ao querer. 

 

o caminho é longo.

as dúvidas continuam.

mas de todas as vezes que se abespinharem contigo porque não sabes o que queres, percebe se sabes o que não queres e trabalha em função disso.

é que se souberes o que não queres podes chegar ao mesmo resultado do que quando lutas pelo que queres. 

às vezes até com resultados melhores: não contemplam aquilo a que não estás disposto.

 

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publicado às 10:30


5 comentários

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De Fatia Mor a 16.03.2017 às 12:11

Parece que às vezes é preferível saber o que não queremos do que o queremos. É que ao saber o que não queremos garantimos que não nos metemos em atalhos e vielas duvidosas para chegar ao destino final.
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De Outra a 16.03.2017 às 12:56

Concordo e subscrevo ambas.
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De Outra a 16.03.2017 às 14:01

Concordo e subscrevo. as duas
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De Cristina a 16.03.2017 às 12:32

precisamente. mesmo mesmo.

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e agora dá aqui uma olhada